“Bancos Digitais: 10 pontos para você entender”, por Gustavo Henrique Costa

Bancos Digitais

Na minha vida inteira, até anos atrás, eu só fui cliente de um dos maiores bancos do Brasil.

Todas as minhas finanças estavam nesse banco, meus investimentos (que na verdade era só a poupança, pois não tinha nenhum conhecimento além dela e nem ia atrás de saber) e meus relacionamentos bancários e sabedoria sobre o mundo bancário se resumiam ao que eu tinha nesse banco.

Pagava, sem sequer saber por quê, taxa de manutenção da conta. Pagava, também sem questionar ou entender, anuidade do cartão de crédito. Pagava, igualmente sem me importar, os custos de transferências bancárias (TED, DOC e etc.).

Vou citar números para vocês. De taxa de manutenção da conta, eu lembro que pagava há anos algo como R$ 50,00 (cinquenta reais) por mês. Anuidade do cartão me custava algo em torno de R$ 30/R$ 40,00 ao mês e cada TED/DOC para outro banco era por volta de R$ 12,00.

Num cálculo raso, grosseiro e apenas para ilustração, eu gastava, somente para ter a minha conta nesse banco e poder utilizá-la, algo em torno de R$ 90/R$ 100,00 por mês, o que dá mais de R$ 1.000,00 por ano. Não sei para vocês, mas, para mim, é uma enorme quantia gasta em algo que o banco simplesmente descontava e eu deixava.

Uma das minhas principais mudanças de comportamento foi ter conhecimento disso que eu pagava. Eu simplesmente não sabia. Ou sabia e acreditava que era isso mesmo, pois não tinha alternativa, afinal era o maior banco do Brasil, né?

Buscando conhecimento, comecei a entender que eu, sim, tinha alternativas. Tendo a iniciativa de aprender um pouco além dos meus limitados conhecimentos sobre o mundo bancário, descobri que poderia deixar de pagar esses valores que citei, conseguir taxas melhores de investimento e, além disso, possibilitar para mim uma mudança grande de comportamento em relação às minhas relações bancárias (ida a banco, transferências, pagamentos, etc.).

Tudo isso me apareceu quando eu descobri, anos atrás, que existe a opção dos bancos digitais.

Escrevo esse artigo apenas para apresentar a vocês o que são bancos digitais. A minha intenção é apenas despertar o interesse para vocês conhecerem o que eles são, as suas vantagens e compartilhar um pouco de como foi a minha experiência até aqui com eles. A decisão se isso será útil ou não e se você pretende ter conta em um deles será – como sempre deve ser – exclusivamente sua.

Essa minha explicação vem em um pequeno “tutorial”, elaborado numa sequência lógica de 10 informações, trazidas muitas delas a partir de dúvidas comuns de amigos, algumas vindas da natural desconfiança que existe quando estamos diante de algo que não conhecemos.

Então, vamos aos tópicos.

1.      A concentração bancária e os Bancos Digitais.

Você já deve ter ouvido falar em “concentração bancária”. Se não, deve ter uma mínima noção do que é isso.

Concentração bancária quer dizer que a maior movimentação de clientes, empréstimos, transações, depósitos e tudo o que se refere ao universo bancário no Brasil está nas mãos de poucos bancos.

Para ser mais preciso, são 05 bancos para onde essa concentração bancária é direcionada: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco, Santander e Bradesco.

Citando números, no último Relatório de Economia Bancária feito pelo Banco Central, 80% dos empréstimos e depósitos em 2019 no Brasil foram realizados por essas cinco instituições financeiras.

Ocorre que não somos reféns desses bancos, como a maioria das pessoas pensam. Por uma razão simples: há centenas de bancos no Brasil. Quero dizer que a concentração bancária existe não por que esses bancos dominam, mas por que nós não buscamos outras alternativas, apesar de elas existirem.

Enfim, a concentração bancária pode ser tema de um artigo próprio. Por ora, vou me ater a passar essa informação: há muito mais bancos do que você conhece e há uma enorme possibilidade de escolha. É uma questão de querer saber que existem e ampliar o conhecimento, não se limitando a esse pequeno universo.

 Dentro desse leque de opções, há os bancos digitais, tema do artigo. Eles já existem em dezenas.

Vou citar apenas seis, que são os mais conhecidos: Banco Inter, Sofisa Direto, Banco Neon, Nubank, C6 Bank e Banco Original.

2.      O Banco é Digital e não Virtual.

A partir de agora falando somente sobre bancos digitais e suas particularidades.

Segundo o Banco Central, no Relatório que citei acima, Os bancos digitais têm a mesma licença para operar que os bancos tradicionais, mas atuam numa dinâmica diferente. O relacionamento com o cliente é exclusivamente remoto e normalmente ligado a vantagens e melhores experiências em termos de custos de serviços, facilidade de acesso e integração com outras conveniências e demandas do público”.

A primeira coisa a ser entendida: O nome é Banco Digital e não Banco Virtual.

Faço essa ressalva por que muitas pessoas confundem. E há uma enorme diferença entre essas duas expressões. Virtual é algo que não existe ou existe somente de maneira não física. Quando se fala em virtual, as pessoas associam a algo não tangível, distante, pouco confiável, como se só existisse numa realidade imaginada.

O Banco Digital existe! Ele tem uma sede própria, tem Presidente, Diretoria, conselho de administração, atendentes, funcionários, corretores, tudo o que um banco tradicional como você conhece possui. Por meio dele você também pode realizar todas as transações bancárias dos bancos tradicionais: transferências, depósitos, pagamentos, saques e investimentos.

O nome Banco Digital existe por que praticamente quase todas as transações que você precisa fazer são… digitais! A palavra “Digital” está associada à nossa mão. Mais precisamente nos DEDOS (Daí por que digital). Ou seja, o Banco Digital  permite – e essa é a sua proposta principal – que você utilize o seu banco em quase todas as operações a partir de suas próprias mãos (seja com um simples aplicativo de celular, um computador, telefone ou qualquer aparelho eletrônico com acesso a internet).

O que impacta as pessoas inicialmente é que os Bancos Digitais, pelas razões que expus acima, não possuem ou possuem pouquíssimas AGÊNCIAS BANCÁRIAS.

O conceito de ida a uma agência bancária é jurássico nos bancos digitais. Eles já nasceram sem precisar disso. Quer fazer uma transferência? Um depósito? Um pagamento? Obter um extrato? Tudo isso é possível pelo aplicativo, computador e telefone.

Tem um problema na conta ou quer falar com o gerente? Há canais próprios e rápidos de atendimento, tanto pelo app, pelo computador ou pelo telefone.

Quer fazer um saque? Falaremos sobre isso no item 7. Mas já adianto: Nenhum problema quanto a isso.

Em resumo, tenha essa primeira percepção: O Banco Digital não é virtual. Ele existe e tudo o que você faz por meio de um banco “tradicional”, você consegue fazer através do Banco Digital, através da palma da sua mão. E acrescento: Com mais rapidez, eficiência, transparência e economia.

3.      Abertura de conta: Simples e com burocracia reduzida.

Abrir uma conta em um banco digital é uma das tarefas mais simples e fáceis.

Em um banco tradicional, você precisa ir ao banco, apresentar alguns documentos, assinar contratos, dentre outros procedimentos. Tudo isso custando o precioso tempo de deslocamento à agência e espera longa em uma fila de atendimento.

A abertura de conta em um banco digital é toda feita através do aplicativo do banco, com procedimento autoexplicativo guiado pelo banco e comandado por você. Geralmente, a abertura envolve envio de documentos digitalizados ou por fotos (documentos pessoais padrão como RG, CPF e comprovante de residência), tudo dentro do app.

A resposta à abertura da conta vem em alguns dias por e-mail e o cartão de crédito solicitado chega pelo correio.

O procedimento de abertura dos bancos digitais tem o propósito de eliminação do máximo de burocracia possível.

Fiz o procedimento de abertura da minha conta em um dos bancos digitais em um tempo que durou entre 05 e 10 minutos. A partir daí foi só esperar a confirmação por e-mail.

4.      A economia proporcionada: zero taxa de manutenção de contas, zero tarifas, zero TED/DOC e zero anuidade do cartão.

Sabendo que eles existem e como abrir uma conta neles, é chegada a hora de conhecer um dos grandes benefícios e atrativos dos bancos digitais: a economia.

O custo que você tem no banco tradicional para manter e movimentar a sua conta e cartão de crédito não existe no banco digital.

Não há cobrança de taxas de administração da conta (na verdade, em pesquisa que fiz, descobri que apenas um banco digital faz a cobrança dessa tarifa e no valor mensal de R$ 12,00). O custo para você ter uma conta em um banco digital, em regra, portanto, é zero!

Também não há, em regra, cobranças de transferência de um banco para o outro (TED/DOC). A anuidade do cartão de crédito, taxa cobrada pelo banco para fornecer o seu cartão, não é cobrada no Banco Digital.

No começo do artigo eu comentei que pagava algo em torno de R$ 1.000,00/ano com todos esses custos que citei. Passei a não pagar mais nada com o banco digital de que sou cliente.

Realizo os mesmos serviços que fazia com meu banco tradicional. A diferença é que não pago mais custos para o banco. Para mim, uma enorme e considerável economia.

Você deve estar se perguntando, então, se o banco digital não cobra tarifas, como ele se mantém. Seria tema de um artigo próprio, mas a resposta passa pela economia que o banco digital tem com o corte de custos de não ter agências e nem uma burocracia excessiva e, também, a diversas oportunidades de produtos, serviços e investimentos que esses bancos oferecem.

5.      Melhores investimentos e produtos financeiros oferecidos – Risco/Retorno

Fácil abertura e grande economia para o cliente. Isso já percebemos.

Outro ponto que favorece os bancos digitais são os produtos financeiros que eles costumam oferecer, comumente mais rentáveis do que os bancos tradicionais.

Os bancos tradicionais funcionam muito no “varejo”. Com mais de 50 milhões de clientes cada uma, essas instituições financeiras não têm muito interesse em oferecer produtos financeiros de rentabilidade alta aos seus clientes.

Na verdade, os bancos tradicionais utilizam de sua imagem de “bancos seguros” (mito), de “fidelidade do cliente” (outro mito), dentre outras particularidades, para não precisar oferecer melhores retornos. Já estão, digamos, maduros para isso.

Por outro lado, os bancos digitais são instituições financeiras menores, considerando a grandeza dos bancos tradicionais. Precisando atrair clientes (apesar de já existirem, hoje, por volta de 30 milhões de clientes de bancos digitais no país), esses bancos oferecem maiores vantagens nos produtos oferecidos.

Há vários casos a serem citados quanto a esses produtos oferecidos. Como exemplo, vou mencionar o caso de um CDB com resgate automático, usado muitas vezes para reserva de emergência ou capital de giro. Em um banco grande em que eu tinha a minha conta, a remuneração era de 78% do CDI. No Banco Digital que eu passei a ter conta, essa remuneração era – e ainda é até hoje – de 101% do CDI. Uma diferença de mais de 25% de rentabilidade, considerável no dia a dia e no longo prazo.

Além disso, alguns desses bancos tem uma espécie de corretora completa dentro deles, com uma vasta oferta de produtos financeiros (todos com rentabilidades excelentes), principalmente de renda fixa.

6.      Atendimento ao cliente

O conceito de ida a uma agência bancária para fazer operações é algo que não existe para os bancos digitais, como dissemos. Eles não foram feitos para isso.

O atendimento deles é realizado por vários canais de comunicação. Seja telefone, e-mail ou atendimento por chat (com uma pessoa física real, um atendente) no aplicativo e no site.

Você tem o benefício de ser atendido sem sair de sua casa e sem perda de tempo em deslocamento e espera em fila.

Nesse tempo em que tenho conta, quando precisei, sempre fui muito bem atendido. Quer seja para tirar dúvidas, fazer uma operação/investimento e até mesmo falar com o gerente da minha conta.

7.      Dinheiro em papel. Saques em caixas eletrônicos.

Os bancos digitais, como você já sabe, não possuem agências bancárias. E a imensa maioria deles também não possuem caixas eletrônicos próprios (sei de apenas um que tem caixas eletrônicos e esses caixas ficam apenas em Belo Horizonte, sede do Banco).

Se você precisar sacar dinheiro em espécie, pode procurar um Caixa 24 horas, que por sinal tem em diversos lugares. Todos eles, os bancos digitais, possuem convênios com esses caixas eletrônicos e permitem saques ilimitados (alguns cobram a partir de 4 saques/mês).

Porém, acredito que, no constante mundo em evolução digital que vivemos, você já deve ter percebido que o dinheiro em espécie é um artigo que vai entrando cada vez mais para a história. Hoje, a imensa maioria das transações bancárias são realizadas pela internet.

Ter dinheiro em papel, na verdade, é um mau hábito financeiro que nós precisamos abolir urgentemente. Pense nesse hábito que você tem e como pode mudá-lo.

Mas não se preocupe: assim como os bancos tradicionais, você saca dinheiro tranquilamente com os bancos digitais.

8.      Segurança das transações pela internet

Um ponto comum entre os mais céticos em relação aos bancos digitais está em relação à segurança das suas informações, já que seu procedimento é todo digital e realizado pela internet.

Um amigo, certa vez, disse que nem queria saber, por que “não confiava em transação realizada pela internet”.

Como se vê, esse ceticismo, como sempre, não passa de falta de conhecimento aliado a crenças limitantes.

Se você não confia em transação pela internet, sinceramente, como vai se adaptar ao mundo de hoje em dia, em que praticamente tudo fazemos pela internet?

As transações bancárias estão sujeitas a fraude. Aliás, tudo o que fazemos na internet – e na vida em si também – é sujeito a fraude.

A diferença é que os bancos digitais, por estarem todas as suas operações no mundo digital, tem investimentos próprios de seu orçamento muito maiores na segurança de suas informações. Eles investem pesado para proporcionar a maior segurança possível para os clientes. Consideram, em seu modelo de negócio, a segurança digital como prioridade.

Não estou dizendo que estão imunes a fraudes. Não estão mesmo. Criminosos são criativos e se reinventam. Mas há, sim, investimento pesado em segurança digital por esses bancos e protocolos firmes no combate a fraudes.

O Banco Central do Brasil adota e cobra rigorosos protocolos de segurança de todas as instituições financeiras. O Brasil, pouca gente sabe, é um dos países pioneiros e mais rigorosos na questão da informação e segurança de protocolos de segurança bancária na internet. Essa cobrança não é feita aos bancos digitais apenas. É feita para todas as instituições financeiras reguladas pelo BC.

Aliás, se você acha que fraude bancária pode acontecer somente com bancos digitais, ignora por completo que a imensa maioria das fraudes bancárias, de todos os tipos, ocorre justamente com os maiores bancos tradicionais. E nem por isso você deixa de ter conta nesses bancos.

9.      As garantias do seu dinheiro no Banco Digital

Informações até agora: O banco existe (é digital), tem um processo de abertura de conta sem burocracia e de casa, oferece economia, boas oportunidades de investimentos, atendimento por vários canais, tem protocolos de segurança. Ok.

Mas aí vem também outra “amarra” no pensamento, comum a quase todas as pessoas; “É um banco pequeno e pode quebrar. Prefiro ficar nasegurança do meu banco grande”.

Tudo bem. Eu também sempre pensei exatamente dessa maneira.

Como é um pequeno tutorial, não vou me alongar nesse tema. Vou dizer apenas isso, algo que aprendi e que posso explicar depois em um artigo próprio ou pode me consultar que terei prazer em explicar: O Banco digital tem a mesma garantia do Banco tradicional em caso de quebra. Trata-se do Fundo Garantidor de Crédito – FGC (pesquise sobre ele na internet e descubra isso que eu também não sabia que existia).

Resumidamente: Se você tiver investimentos de Renda Fixa (Poupança, CDB, LCI, LCA, etc.) de até R$ 250.000,00, esse valor está garantido pelo FGC em caso de quebra do banco.

Se o seu Banco Tradicional quebrar, você só tem a garantia de recebimento de até R$ 250.000,00. Quem lhe garante isso é o FGC. Você sabia disso? Com o Banco Digital é a mesma coisa. Aliás, com todas as instituições financeiras do país. Elas são obrigadas a ter cadastro no FGC, determinado pelo Banco Central.

Outra informação adicional. Se isso não for suficiente, há instrumentos na internet para você conferir a solidez financeira de todos os bancos no Brasil, inclusive os digitais. Trata-se do BANCO DATA, onde estão informações super didáticas, simples e compreensíveis sobre as informações financeiras do banco de onde você quer ser cliente.

Tudo bem que a probabilidade de um banco grande quebrar é menor. Mas não se esqueça: a garantia é a mesma para bancos digitais e bancos tradicionais. Nunca se esqueça disso. Pesquise e descubra esse pensamento limitante que temos. Eu tinha e a imensa maioria das pessoas também tem.

10.  Mudanças que terão no futuro, inevitáveis, já existem hoje com os bancos digitais. É um caminho sem volta.

Estamos em um mundo em que a tecnologia só cresce. E, como você sabe, é um caminho só de ida e crescente. Sem volta.

O que quero dizer é que a realidade que está sendo desenhada e vai acontecer no futuro (breve, ressalte-se) já está antecipada há alguns anos pelos bancos digitais. As mudanças que vão ocorrer para todos os bancos já ocorrem com eles.

Cada vez mais, nós veremos bancos tradicionais oferecendo serviços prestados pela internet e por meio de aplicativos. Coisas que já são realidades de nascença nos bancos digitais. As tarifas bancárias, com o tempo, também devem desaparecer.

É uma questão de adaptação ao inevitável. Mudança de hábito para essa realidade é mais do que benéfica: é necessária.

CONCLUSÃO

Depois de tudo o que falei acima, gostaria de citar novamente o Banco Central, que resume tudo o que expliquei, numa análise que eles fizeram em seu relatório já citado nesse artigo:

“(…) algumas instituições financeiras vêm adotando modelos de negócio exclusivamente digitais, optando pela não abertura de agências ou postos de atendimento físicos. Usualmente, esses bancos oferecem abertura de conta simplificada, dispensa ou valor mais baixo de tarifas, maior transparência, melhor experiência do cliente e integração com outros serviços financeiros de natureza complementar ou até serviços não financeiros. Essa estratégia tem sido adotada tanto por grupos empresariais novos, adquirindo uma instituição financeira já autorizada ou entrando com o processo de autorização de uma nova instituição financeira, quanto por conglomerados financeiros já consolidados, que visam a uma maior inserção nesse nicho de mercado de negócio digital. Os bancos digitais chegaram para disputar um lugar no mercado de serviços bancários, com forte apelo mercadológico baseado em promessa de baixos custos de tarifas e serviços e acesso simplificado”

Esse artigo, em forma de pequeno tutorial, foi feito com base em dúvidas comuns que vejo dos amigos e das pessoas em geral e, também, com base na minha experiência com um banco digital e na boa mudança que ele proporcionou para mim.

Essa mudança, ressalto, não foi apenas uma questão financeira. Não é apenas a economia que eu tive. Apesar de eu ter tido uma enorme economia, que você também pode ter.

Essa mudança, na verdade, foi muito mais comportamental.

Saber que um banco digital existe vai permitir a você três mudanças fundamentais:

A)     AutoconhecimentoVocê vai se permitir saber como é a sua relação com o seu banco tradicional, o que você gasta com ele e se esses gastos são necessários. Isso vai expandir conhecimento para diversas áreas da sua vida.

B)     ComportamentalPodemos nos permitir abandonar alguns hábitos obsoletos e ir nos adaptando a um futuro que chegará mais cedo do que esperamos. Saber nos adaptar é fundamental. A relação que você tem com um banco digital e a forma como ele lhe apresenta as novas transações bancárias vai lhe possibilitar uma adaptação bem mais rápida ao futuro.

C)     EconômicaA economia que você terá em um banco digital é direta. Você de cara já vai eliminar e deixar de pagar algumas cobranças mensais realizadas pelo seu banco. Porém, mais que isso, você também terá acesso a produtos de investimentos mais rentáveis, que lhe darão maiores retornos financeiros a curto, médio e longo prazo. Além disso, você vai poder conhecer cada vez mais a diversidade que existe nos produtos do mercado financeiro (eu, por exemplo, como disse, só conhecia poupança).

Espero que o artigo tenha agregado informações para você. Sugiro conhecer um banco digital e tirar suas conclusões se o que estou falando aqui serve ou não para a sua vida. Minha intenção foi mostrar essa excelente alternativa de conhecimento. A decisão para a escolha é, como sempre, sua.

Gustavo Henrique Costa é Educador Financeiro, Consultor Financeiro, Investidor, Palestrante em assuntos de educação financeira e conteudista do site Jovem Economista.

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